
Produto da parceria entre o Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico da Faculdade de Medicina da UFMG (Nupad) e pesquisador internacional, a cartilha sobre doença falciforme para as escolas acaba de ser concluída e será lançada em evento internacional no mês de novembro. Voltado para os profissionais da educação, o material foi traduzido e adaptado para o contexto brasileiro a partir de original britânico. Ele traz informações sobre a doença falciforme e dicas de como lidar com o aluno que tem a doença no contexto escolar.
A ideia da cartilha surgiu em 2012, com o primeiro seminário do projeto “Saber para Cuidar: doença falciforme na escola”, do Centro de Educação e Apoio para Hemoglobinopatias (Cehmob-MG). Na ocasião, foi feita uma colaboração internacional com o sociólogo e pesquisador britânico da Universidade de Montfort, Simon Dyson. “Ele já tinha essa cartilha proveniente de uma pesquisa feita nas escolas no Reino Unido e trouxe a proposta, queria que o material fosse difundido em todas as línguas”, explica a coordenadora do Setor de Tradução e Relações Internacionais do Nupad (SETRI), Kelen Lima.
A partir daí, foram seis meses de trabalho. Após a tradução, feita pelo SETRI em conjunto com a Faculdade de Letras da UFMG, a equipe do Saber para Cuidar assumiu a adaptação transcultural da cartilha. “Vimos que o conteúdo não se encaixava na realidade brasileira, como a parte referente às leis britânicas ou à ficha de saúde das escolas”, aponta a coordenadora do Saber para Cuidar, Isabel Castro. “Traduzimos, adaptamos e validamos com alguns profissionais da Secretaria de Estado de Educação”, acrescenta.
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Fonte: Cehmob-MG.


