Oficinas discutem sobre ACS e doença falciforme

Oficinas discutem relação entre ACS e doença falciforme. Acervo Cehmob-MG.
Oficinas discutem relação entre ACS e doença falciforme. Acervo Cehmob-MG.

A doença falciforme no contexto socioeconômico foi tema de uma das oficinas do 1º Encontro Mineiro de Agentes Comunitários de Saúde – Doença Falciforme: Linha de Cuidados, realizada no dia 19. Durante a sessão, que contou com a presença de agentes, enfermeiros e assistentes sociais, o tópico “racismo” foi destaque, uma vez que a maioria dos pacientes diagnosticados com a doença é negra.

“Quando a escravidão foi abolida, não houve nenhuma política de inserção social – então os negros foram morar nas periferias, onde a doença é mais comum. Mas os brancos também podem ter doença falciforme”, lembrou a assistente social da Associação de Pessoas com Doença Falciforme e Talassemia do Estado de Minas Gerais (Dreminas), Juliana Andrade.

Outras oficinas realizadas simultaneamente discutiram diferentes temas, como doença falciforme e escola, linha de cuidados e atuação do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF).

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Fonte: Cehmob-MG.