Processo de trabalho do ACS é foco de apresentações

“Existe uma missão a ser cumprida na visita domiciliar, mas eu acredito que ao estar com a família é necessário observar e sentir o ambiente, porque as vezes se vê além do que se foi buscar e nisso pode estar a principal necessidade da família”, declarou a pediatra e coordenadora do projeto Doença Falciforme: Linha de Cuidados na Atenção Primária à Saúde, do Centro de Educação e Apoio para Hemoglobinopatias (Cehmob-MG), Ana Paula Pinheiro, durante última mesa-redonda do 1º Encontro Mineiro de Agentes Comunitários de Saúde – Doença Falciforme: Linha de Cuidados, realizada no dia 20.

Profissionais de saúde se reúnem em Encontro. Foto: Israel de Oliveira.
Profissionais de saúde se reúnem em Encontro. Foto: Israel de Oliveira.

Com o tema “Discussão do processo de trabalho do ACS no cuidado à pessoa com doença falciforme”, a profissional destacou as atribuições do agente comunitário de saúde e especificidades para a abordagem da doença. Para Ana Paula, é importante que o agente compreenda que os indivíduos não são saudáveis ou doentes, o que existe é um estado de saúde: “É preciso saber que a pessoa não se resume à doença que ela tem. O indivíduo deve ser considerado como um todo”.

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Fonte: Cehmob-MG.