Na manhã do dia 9 de junho, representantes do Centro de Educação e Apoio para Hemoglobinopatias (Cehmob-MG), Fundação Hemominas e Associação de Pessoas com Doença Falciforme e Talassemia do Estado de Minas Gerais (Dreminas) se reuniram para debater o trabalho da equipe voltado aos adolescentes com doença falciforme. A proposta foi avaliar os dois eventos realizados em abril e planejar as próximas etapas de construção e formalização do projeto com adolescentes do Cehmob-MG.
A pedagoga da Hemominas, Sônia Pereira, e as profissionais do Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico da Faculdade de Medicina da UFMG (Nupad), a nutricionista Michelle Alves e a pedagoga Raíssa Azevedo, apresentaram os principais resultados da oficina com mães e adolescentes com doença falciforme, realizada em 11 de abril no Cehmob-MG. A ação foi desenvolvida separadamente para cada um dos públicos.
Segundo Sônia, as mães puderam relembrar as vivências na juventude e relatar as principais dificuldades enfrentadas pelos filhos. Neste sentido, uma das principais percepções da equipe foi da escola enquanto espaço de convivência, formação e diversidade, mas também de preconceito e discriminação devido à desinformação sobre a doença falciforme. Já os adolescentes puderam expor suas opiniões a respeito de questões como sexualidade, drogas e mercado de trabalho. “Eles querem coisas voltadas para o jovem comum, sem foco na doença falciforme. Falar de fisiopatologia ou tratamento, por exemplo, eles não querem, pois isso eles podem fazer em outro lugar”, explicou Raíssa.
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Fonte: Cehmob-MG.


